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A Wicoach traz-lhe as novidades dos melhores bloggers do mundo do futebol.

Tue, 10 Oct 2017 20:29:14
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McEachran. O condutor do sonho inglês.

A geração do novo século faz sonhar todo um povo que em Inglaterra anseia pelo regresso aos triunfos internacionais da selecção dos três leões.

Enquanto todas as atenções estão centradas nos fantásticos Phil Foden, Jadon Sancho e Angel Gomes, há um miúdo frazino no meio campo que encanta ainda bastante mais todos quanto os que lhe entendem o jogo. George McEachran não é muito potente fisicamente, não é forte, nem tão pouco alto. Fisicamente tem um perfil que até à tão pouco era desdenhado no país que inventou o futebol.

Tem porém tudo o que mais importa para ter impacto no jogo. Um binómio qualidade de decisões / capacidade técnica que impressiona, e faz toda a sua equipa girar ao seu redor, e jogar! Dos seus pés e decisões saem bolas sem fim para dentro da estrutura adversária, progride quando há espaço, atrai, liga de forma vertical, e mesmo quando o espaço escasseia, tem sempre ideias ofensivas. A facilidade com que coloca os colegas em posição de poder criar perigo tornam-o uma das maiores promessas mundiais entre os jogadores que ligam todo o jogo ofensivo.

Não houve top de maiores promessas no Mundial sub 17 que contemplasse a presença de McEachran. O tempo provará o erro.

 

George McEachran from Videos para “Lateral esquerdo” on Vimeo.

Sat, 16 Feb 2019 19:48:51
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#5 Scout Talks | FC Porto, SL Benfica e Sporting CP nas competições europeias.

Três analistas da ProScout analisam a prestação das equipas portuguesas nas competições europeias. Flávio Sousa, Diogo Silva e André Cruz falam sobre os jogos do FC Porto na Champions League e o SL Benfica e Sporting CP na Europa League.

Spotify:
https://open.spotify.com/episode/67YPY7orINUUAtRO3iuYuh?si=PQIlG1CYTDqwWabvqJ8aPg

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Wed, 13 Feb 2019 12:09:11
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Resumindo a Periodização Tática- Parte 1

O Futebol sempre foi e é alvo de intermináveis discussões, argumentações e debates. Seja nos jornais, nas salas de conferência, nas faculdades ou na rua com os amigos. Quando se fala de futebol existem vários pontos de vista e diferentes opiniões sobre o mesmo tema. O jogo de Futebol desde a sua criação e profissionalização, tem apresentado uma evolução permanente onde também o treino e o modo de o perspetivar tem vindo a modificar-se ao longo dos anos (Tobar, 2018).

Todavia existe um ponto que tanto treinadores, atletas e jornalistas concordam: o treino tem um papel primordial para a melhoria do desempenho das equipas e dos atletas (Tobar, 2018). No entanto nem todos pensam o “treinar” da mesma forma dependendo muito das experiências e contextos onde as diferentes pessoas estiveram inseridas.

O Futebol e Descartes? Que ligação?

Durante séculos o mundo ocidental tem sido regido e educado sob a luz do paradigma cartesiano, da qual o treino do Futebol não esteve alheio. Este método de pensamento desenvolvido por Descartes consiste em quebrar fenómenos complexos em pedaços a fim de compreender o todo a partir das propriedades das suas partes (Capra, 2006).  Imerso nesta realidade, também existiu no futebol a necessidade de desmontar e fragmentar o jogo (o “todo”) em “partes” (dimensão física, técnica, tática, psicológica e estratégica) treinando cada uma destas partes separadamente. Pois nesta perspetiva acredita-se que o somatório destas vertentes, após o processo de treino, aumentará o desempenho da equipa porque para esta conceção o TODO É CONSTITUÍDO PELA SOMA DAS PARTES (Tobar, 2018).

 

Esta maneira de pensar retrata muitas metodologias convencionais, onde sugerem que se deve começar primeiro pelo aeróbio, depois anaeróbio, primeiro treinar sem bola dando ênfase na melhoria das capacidades condicionais e depois com o decorrer dos trabalhos físicos inserir treinos técnicos e táticos, etc.… (Tobar, 2018). Contudo não podemos esquecer que estas metodologias convencionais de treino, foram criadas e desenvolvidas para desportos individuais com grande tempo de preparação e período competitivo curto (atletismo, ginástica, natação). O Futebol foi sendo influenciado por esses pensamentos metodológicos, decomposto, descontextualizado e desconectado da sua natureza complexa treinando-se dissociado cabeceamento, condução de bola, remate, passe, velocidade, força, etc…

Seguindo a tendência do paradigma cartesiano também o jogo de futebol foi dividido por muitos em fase ofensiva e defensiva (Tobar, 2018). Fase ofensiva a equipa tem a posse de bola e tenta marcar golo. Fase defensiva a equipa não tem a posse da bola e tenta recuperá-la evitando sofrer golo na sua baliza. Esta perspetiva parece afirmar que ataque e defesa têm uma existência independente uma da outra, são estanques. Isto implica que ataque e defesa sejam entendidos e treinados de maneira separada e desconectados um do outro. Muitos treinadores ainda culpam o seu setor defensivo por sofrerem muitos golos, quando sabemos que muitas vezes a maneira como a equipa ataca e uma articulação do setor avançado com o médio desequilibrada pode expor os seus defesas a numerosos contra-ataques, por exemplo.

“Para aqueles que têm só um martelo como ferramenta, todos os problemas parecem pregos”- Mark Twain

Fiquem atentos aos próximos artigos onde aprofundarei cada vez mais esta metodologia que revolucionou o treino do futebol.


Tobar, J. (2018) Periodização Tática. Entender e Aprofundar a metodologia que revolucionou o treino do Futebol.1ºEdição PrimeBooks.

Capra,F.(2006) A Teia Da Vida:Uma nova compreensão Cientifica dos Sistemas Vivos. 10º Reimpressão. Editora Cultrix. São Paulo.

Mon, 28 May 2018 14:57:00
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Fullham - Organização Ofensiva

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Análise aos dois jogos do playoff de acesso à Premier League entre o Fulham e o Derby County.




Aspetos Chave:

  • Equipa posicionada num sistema tático 1-4-3-3. Procura um tipo de jogo de posse, procurando controlar o jogo. Boa mobilidade dada pelos jogadores do meio campo, alas criativos, o PL (Mitrovic) é muito solicitado em apoio.
  • Guarda redes procura jogar para um dos centrais que abrem para receber. DC direito Odoi (destro), DC esquerdo Ream (canhoto). McDonald normalmente é o médio que procura baixar para receber a bola dos centrais.
  • Os centrais não têm problemas em ter a bola, em alguns dos casos assumem a progressão.
  • Laterais bem abertos, Fredericks na direita procura mais a condução com bola e combinações, enquanto que Targett procura jogar mais no espaço, em alguns casos procura o cruzamento a meio do meio campo ofensivo para a área onde ataca Mitrovic.
  • Médios procuram garantir linhas de passe, apresentam boa mobilidade. McDonald (destro) está no vértice mais recuado. Os dois médios mais interiores, Cairney (canhoto) procura estar sobre a meia-direita e Johansen (canhoto) sobre a meia-esquerda. Em alguns momentos, principalmente a construir, estes colocam-se nos corredores. Muita tranquilidade quando a bola está com num destes jogadores. Johansen é quem avança mais vezes, realizando movimentos de rutura.
  • Alas garantem boa mobilidade, quando o jogo está no seu corredor procuram estar abertos estando o ala do lado contrário por dentro e vice-versa. Quando o jogo está no corredor central estes procuram movimentos de fora para dentro. Sessègnon (canhoto) mais pela esquerda, Ayité (destro) e Kamara (canhoto) pela direita. Reparo para Sessègnon, que com apenas 18 anos apresenta um grande potencial.
  • PL Mitrovic, procura estar sempre em apoio, fazendo uso do seu corpo para segurar o jogo e servir os seus colegas. Consegue rodar com facilidade, remata fácil com qualquer um dos pés.
  • No último terço, quando jogam pelo centro, os alas estão por dentro, Mitrovic é o jogador alvo para segurar e servir os alas no espaço, um dos médios que aparece para rematar (normalmente é Johansen, que faz uso do remate exterior) ou rodar e rematar. Atacam a área normalmente entre 3 a 4 jogadores.



Ricardo Alves
Thu, 15 Nov 2018 12:25:51
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Fair Play e a formação esportiva

Fair Play e a formação esportiva

Respeito, ética, empatia e reciprocidade acima de tudo no esporte.

O Esporte é uma ferramenta que influencia o comportamento humano. A emoção causada por ele influencia diretamente na capacidade emocional e intelectual dos envolvidos, atuando no comportamento e postura dos seres humanos. Isso acontece porque o esporte é um fenômeno que mexe com razão e emoção de uma forma intensa. Uma forma encontrada para balancear isso foi adoção do Fair play no esporte.

O ‘Fair play’ é uma filosofia adotada no meio esportivo que está diretamente vinculada à ética no jogo. É o jogar limpo, jogar justo, ter espírito esportivo.

O objetivo é estimular que os praticantes joguem sem violência, de maneira justa, sem prejudicar intencionalmente seus adversários e, não menos importante, dentro das regras da competição desportiva.

A expressão vem desde os Jogos Olímpicos de 1896, quando o Barão Pierre de Coubertin disse a seguinte expressão:

 “Não pode haver jogo sem fair play. O principal objetivo da vida não é a vitória, mas a luta”

Essa expressão valoriza o jogo limpo, o respeito, a empatia e a reciprocidade a seus adversários, mostrando que eles também são parte importante do jogo em si assim como você. Ela ainda transmite a ideia de que você precisa se empenhar e competir conforme as regras, ou será desclassificado. Hoje em dia inclusive é comum ver esse espírito de Fair Play sendo difundido pela sociedade em geral, como uma forma de valorizar ideais universais como um padrão de comportamento ético social e moral, por exemplo.

Só que ao contrário do que muita gente acha, o Fair Play não consta oficialmente nas regras oficiais de nenhum esporte. Nas regras do Futebol escritas pela FIFA por exemplo não há nenhum texto explicitando que, caso um jogador se machuque durante o jogo o adversário precisa colocar a bola para fora para que o jogador machucado seja atendido. O que há é um acordo implícito entre os esportistas, mas que nem sempre acaba sendo respeitado. E aí entramos na discussão sobre o Fair Play: existe mesmo?

GOLEAR OU NÃO NA FORMAÇÃO

 Falta de respeito ou respeito máximo ao adversário? Eis a grande questão.

A ideia de escrever sobre o Fair play aqui surgiu de uma discussão que participei essa semana em um grupo do Facebook que faço parte, o ‘Artigos científicos em Futsal’. Nessa postagem havia uma imagem com um placar de um jogo entre crianças na Alemanha que ficou 86×0 e a pergunta:

“Na sua opinião, faltou respeito (Fair play) ou faz parte do jogo?”

Na minha opinião, não faltou respeito e golear faz parte do jogo.

Defendo o fato de que se pudesse ganhar o jogo de 100, que fosse. Para mim, falta de respeito é parar de fazer gols, mostrando ao adversário que não estamos ganhando de mais porque não queremos. E digo isso com a tranquilidade de quem já goleou e foi goleado. Você menosprezar o seu adversário é a pior das ações que você pode tomar enquanto esportista ou mesmo em sua vida normal.

Mas, nesta discussão, pude ver boas ações e opções tomadas por outros treinadores para valorizar o esforço do adversário. Trocar o time e dar minutos para aqueles que jogam pouco tempo, testar alguns conceitos que você quer ver seu time praticando, deixar o adversário colocar mais jogadores em campo foram algumas citadas e que eu acabei achando válidas. Nós, como formadores que somos, antes de sermos treinadores, temos que ter essa preocupação com a conduta de nossos atletas em situações como essas. Como meu jogador vai se comportar quando estiver ganhando um jogo de goleada? E como ele vai se comportar em uma situação de derrota por goleada?

Se eu somente valorizo a vitória, como vou cobrar dos meus atletas que eles saibam se comportar quando estiverem perdendo?

Tentei procurar informações sobre o jogo na Alemanha e o máximo que encontrei foi uma nota publicada no site Freie Pesse, dizendo que o time derrotado fez tudo errado na defesa e que não conseguiu jogar, enquanto seus adversários acertaram tudo. Foram 40 gols no primeiro tempo e 46 gols marcados no segundo tempo.

Diante desse fato, fica o questionamento: será que ao invés de respeito ou falta de respeito, eu não posso ter sofrido uma goleada pelo fato do meu time estar em um dia extremamente ruim?

GOLEAR, SER GOLEADO FAZ PARTE DO JOGO.

O que não é negociável é o Fair play. E nunca vai ser.

86×0 nem é a maior goleada do futebol mundial.

A maior goleada do futebol mundial aconteceu em 2002, em jogo válido pelo campeonato nacional de Madagascar, na África: 149×0 para o Adena sobre o Olympique L’Emyrne. Entretanto, esse jogo não é reconhecido oficialmente pela FIFA, já que os jogadores do Olympique fizeram vários gols contras em protesto por sucessivos erros de arbitragem contra a equipe. A FIFA, mesmo não tendo o Fair play escrito nas regras oficiais do Futebol, promove o comportamento ético desde a Copa de 1986, após o gol de mão de Maradona contra a Inglaterra. A entidade, desde 1997, organiza uma semana de seu calendário internacional junto das Confederações com atividades que realcem a importância do Fair play dentro e fora de campo.

No caso do Futsal, a maior goleada que se tem registro é de uma vitória do Brasil sobre o Timor Leste por 76×0. A partida foi válida pelos Jogos da Lusofonia e Timor Leste já havia perdido para Portugal por 56×0 antes no mesmo torneio. Entretanto, lendo notícias sobre o jogo, não há relatos de agressões por parte dos jogadores de Timor Leste, mesmo com o placar. Há relatos de reconhecimento da superioridade técnica dos jogadores brasileiros e elogios quanto a postura dos mesmos, sem menosprezá-los em nenhum momento.

Em outro episódio envolvendo goleadas, talvez a mais famosa em tempos mais recentes, os 7×1 da Alemanha sobre o Brasil na semifinal da Copa do Mundo do Brasil em 2014, o capitão alemão Philip Lahm, disse na época:

“No intervalo, nós conversamos sobre continuar jogando apropriadamente e mostrando respeito. Todo mundo no time tomou aquela atitude no segundo tempo. Nós não queríamos nos exibir ou ridicularizar os adversários. Se acabou com uma vantagem maior, não era tudo o que queríamos. Nosso objetivo era mostrar respeito aos nossos rivais e aos fãs”

No intervalo a Alemanha já ganhava do Brasil por 5×0. E, mesmo com os alemães não acreditando no que estava acontecendo, eles optaram por manter a postura profissional e seguir jogando em respeito à Seleção brasileira e acabaram aplicando a maior goleada sofrida pelo Brasil em sua história.

E novamente em nenhum momento vimos qualquer ato de violência ou desrespeito entre as equipes. Tanto a Alemanha como o Brasil seguiram jogando de forma limpa até o fim e no final venceu a melhor equipe.

Isso só reforça o quanto o respeito e a empatia ao seu adversário devem ser sempre valorizados independente de qualquer vitória ou derrota. E reforça ainda mais o que nós, formadores, devemos trabalhar o Fair play sim na formação com nossos atletas. A nossa postura em quadra ou campo diz e reflete muito em quem somos fora dela também, independente da faixa etária.

O Fair play é o código de ética implícito do esporte que pode ser totalmente adaptado para a nossa sociedade. Seus valores podem e devem ser trabalhados à exaustão com nossos atletas durante o seu processo formativo pois a influência dos mesmos ocorrerá tanto na vida esportiva quando no pessoal. Sem o Fair play, o esporte perde a sua alegria e ações de caráter duvidoso passarão a dominar as ações, podendo causa o fim do fenômeno esportivo no mundo. Assim, o trabalho dos valores éticos e morais do esporte devem ser defendidos por todas as pessoas envolvidas nele.

Se você apresentar o devido respeito ao adversário, jogando de maneira ética, limpa, correta, valorizando o esforço dele, o placar do jogo será algo sempre secundário.

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Fri, 06 Apr 2018 11:02:00
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LIVERPOOL - SERÁ CAOS OU ORGANIZAÇÃO?

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SERÁ QUE CONSEGUIR ORGANIZAR UMA EQUIPA COMO A DO LIVERPOOL DÁ MUITO TRABALHO, OU É PURA SORTE?


Muito ou pouco se falou do jogo entre o Liverpool e o Manchester City. Duas concepções de jogo e duas ideias de jogo bem diferentes. Para o caso não interessa estarmos a falar sobre essas diferenças. O que me interessa, tem a ver com a definição que muitos dão aos conceitos de ambos os treinadores.  
Do lado do City é a inteligencia, a paciência que predomina. Do outro lado o jogo é caracterizado como sendo intenso e caótico.
Como me interesso muito por futebol e conheço ligeiramente a equipa de Kloop, fui ao dicionário ver o que significa a palavra caos.


O que é o Caos:


Caos significa desordem, confusão e tudo aquilo que está em desequilíbrio

Teoria do Caos:
Trata-se do princípio que afirma que uma pequena alteração ou mudança no início de um evento, no decorrer deste processo, transforma-se em consequências desproporcionais e imprevisíveis.

Posto isto a minha intervenção vem no sentido de esclarecer que para mim a equipa do Liverpool é tudo menos desorganizada, confusa e desequilibrada. 
É uma equipa que defensivamente se organiza de forma zonal e pressionante. Quando não tem a bola procura de imediato recuperá-la subindo as suas linhas de pressão com coberturas permanentes e mantendo a equipa o mais compacta possível. 
A sua linha de 4, encurta quando a equipa pressiona no meio campo adversário  mantendo as distâncias entre os sectores reduzida. Jogam sempre em função da posição da bola e dos companheiros. 

Ofensivamente e nas transições opta na grande maioria das vezes por acções onde a velocidade de deslocamento dos jogadores é alta o que pressupõe à partida um maior acumular de erros, mas tal não significa que a equipa não sabe o que faz e que não coloca em campo todo um manancial de conceitos tácticos que são treinados. 

Podemos discutir conceitos e até dizer que gosto mais de um do que de outro, mas futebol é arte, é cultura e como arte e cultura que é assenta muito da sua beleza na diversidade daqueles que a praticam e na diversidade das ideias de jogo daqueles que comandam as equipas. Dizer-se que um treinador e uma equipa "respeitam" o jogo e que um outro já não o faz, só porque não joga dentro dos nossos padrões parece-me uma ideia muito redutora.

Ficam aqui alguns exemplos do que atrás referi:






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